Se você ainda não ouviu falar em vibecoding, senta que lá vem história. O termo foi cunhado por Andrej Karpathy (ex-OpenAI, ex-Tesla) no início de 2025 e basicamente descreve o que todo dev que usa IA já faz: descrever o que você quer em linguagem natural e deixar a IA gerar o código enquanto você “vibe” — ou seja, relaxa, toma um café, e vê a mágica acontecer.
Não é sobre programar. É sobre ter a ideia e saber descrevê-la bem o suficiente para que uma IA transforme em código funcional. E acredite: isso está mudando o jogo para quem quer criar sites, apps e ferramentas sem precisar ser um dev sênior.
Foi exatamente sobre isso que a criadora bethcodes00 postou no Instagram — uma série de Reels chamada “5 websites every vibecoder should know” (que já vai no pt 7, porque o assunto é infinito). A comunidade foi à loucura: mais de 1.100 curtidas e comentários pedindo mais detalhes, prompts, e compartilhando descobertas.
Os 5 sites que todo vibecoder precisa conhecer
Baseado no Reel da bethcodes00 e em muita pesquisa (sim, a gente testa antes de recomendar), aqui estão os sites que vão turbinar seu vibecoding:
1. Appshots.design — Sua biblioteca de referências de UI/UX
O Appshots.design foi um dos sites mencionados no Reel e por um bom motivo. É uma biblioteca com mais de 1.000 apps e 120.000+ telas de design de UI/UX do mundo real.
Se você está vibecodando um app e quer inspiração de design, o Appshots é ouro. Em vez de ficar horas no Dribbble procurando conceitos bonitos mas irreais, você vê telas reais de apps reais — fluxos completos de navegação, edge cases, estados de erro, loading states, tudo que um bom design precisa considerar.
Para o vibecoder, isso é essencial: você pode descrever para a IA com muito mais precisão o que quer quando tem uma referência visual na mão. “Faz igual ao fluxo de onboarding do Airbnb” é muito mais eficaz que “faz uma tela de boas-vindas bonitinha”.
Com mais de 50 mil designers usando a plataforma, o Appshots se consolidou como referência para pesquisa de UX. E o melhor: tem plano gratuito.
2. Manus — O agente IA que faz acontecer
O #manuspartner apareceu nas hashtags do Reel, e não é por acaso. O Manus é uma plataforma de agentes de IA que está bombando na comunidade de vibecoding. Diferente de assistentes que só sugerem código, o Manus executa tarefas completas — desde pesquisar na web até gerar arquivos, tudo de forma autônoma.
Para o vibecoder, o Manus funciona como um “estagiário digital”: você dá a tarefa, ele pesquisa, executa e entrega o resultado. Perfeito para quem quer delegar a parte chata e focar no que importa: a visão do produto.
3. v0.dev — O design system que vira código
Criado pela Vercel, o v0.dev é uma ferramenta que gera componentes de UI a partir de descrições em texto. Pediu “um card de produto com imagem, preço e botão de comprar”? Pronto, sai o código em React + Tailwind na hora.
O que torna o v0.dev indispensável para vibecoders é a qualidade do output. Diferente de outras ferramentas de IA que geram código meia-boca, o v0.dev produz componentes prontos para produção, com design system consistente e responsivo.
Dica: combine o v0.dev com o Appshots — pesquise o design no Appshots, peça pro v0.dev gerar o componente, e pronto, você tem um app com cara de profissional em minutos.
4. Bolt.new — O navegador vira IDE
O Bolt.new (da StackBlitz) é talvez a ferramenta mais impressionante para vibecoding atualmente. Você abre o navegador, descreve o app que quer construir, e ele instala dependências, cria arquivos, e já mostra o resultado rodando — tudo online, sem precisar instalar nada.
Já vi gente criando clones funcionais de apps como Trello, Spotify e Twitter em menos de 30 minutos com o Bolt.new. Para um vibecoder, é a ferramenta mais próxima de “digitar a ideia e ver o app nascer”.
5. Cursor — O editor que entende seu projeto inteiro
O Cursor é um fork do VS Code com IA integrada, mas não se engane: não é só um “Copilot com roupa diferente”. O Cursor entende o contexto completo do seu projeto — não só o arquivo que você está editando, mas a estrutura de pastas, dependências, e até issues do GitHub.
Para vibecoding sério, o Cursor é a ferramenta definitiva. Comandos como @Codebase permitem pedir mudanças que afetam múltiplos arquivos, e o Composer (modo agente) permite criar features inteiras com um único prompt.
Como começar no vibecoding hoje
Se você quer entrar nessa onda (e deveria, porque é o futuro da programação), aqui vai um roteiro prático:
Defina um projeto pequeno — um gerador de currículos, um dashboard de gastos, um cloninho do Linktree
Pesquise referências no Appshots — veja como apps similares resolvem problemas de UX
Abra o Bolt.new ou Cursor e descreva o que quer em 2-3 parágrafos
Publique — use a Hostinger para hospedar seu projeto com performance e preço justo
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Seja específico — “crie uma página de login” é fraco. “Crie uma página de login com email, senha, botão de esqueci senha, login com Google, e validação em tempo real” é muito melhor.
Use referências visuais — o Appshots é seu melhor amigo. Mostre pra IA o que você quer.
Quebre em etapas — em vez de um prompt gigante, faça 5 prompts menores. O resultado é muito melhor.
Aprenda a ler código — mesmo que a IA escreva, você precisa saber revisar. Não precisa ser expert, mas entender o básico de HTML, CSS e JavaScript já resolve 90%.
Não se esqueça do deploy — de nada adianta ter um app incrível rodando só na sua máquina. Publique online!
O futuro do vibecoding
O termo pode parecer brincadeira, mas o vibecoding está mudando a indústria de software de forma profunda. Pessoas sem formação técnica estão criando ferramentas que resolvem problemas reais. Designers estão implementando suas próprias ideias sem depender de times de desenvolvimento. Empreendedores estão prototipando MVPs em horas em vez de meses.
O Reel da bethcodes00 é só a ponta do iceberg. A comunidade de vibecoding cresce cada dia mais, e ferramentas como Appshots, Manus, v0.dev, Bolt.new e Cursor são apenas o começo.
E você, já está vibecodando? Conta nos comentários qual ferramenta você mais usa — e compartilha esse artigo com alguém que precisa descobrir esse mundo.
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Sobre a WebMedula: Este conteúdo foi produzido com o apoio da WebMedula, agência especializada em marketing de afiliados, SEO e criação de sites WordPress. Precisa de ajuda com seu projeto digital? Fale conosco.
Se você está buscando uma renda extra consistente em 2026, o marketing de afiliados continua sendo uma das estratégias mais sólidas e acessíveis da internet. Com a ascensão da inteligência artificial e das ferramentas de automação, nunca foi tão fácil — e tão barato — começar a ganhar dinheiro promovendo produtos digitais.
Neste guia, vou te mostrar os melhores programas de afiliados para iniciantes em 2026, com uma análise honesta de comissões, requisitos e potencial de ganho. E o melhor: você pode se cadastrar hoje mesmo na maioria deles.
O que é Marketing de Afiliados (e por que funciona em 2026)?
Marketing de afiliados é um modelo onde você ganha comissão promovendo produtos de outras empresas. Você não precisa criar seu próprio produto, gerenciar estoque ou lidar com atendimento ao cliente — sua única função é recomendar e gerar vendas através do seu link exclusivo.
Em 2026, o mercado de afiliados no Brasil deve movimentar mais de R$ 20 bilhões, segundo projeções do setor. O motivo? Cada vez mais empresas estão migrando para o digital e precisam de afiliados para escalar suas vendas sem investir pesado em anúncios.
Os 7 Melhores Programas de Afiliados em 2026
Selecionei os programas mais confiáveis, com bom histórico de pagamento e produtos que realmente convertem. Vamos a eles:
1. Hotmart — A Maior Plataforma de Produtos Digitais
A Hotmart é a plataforma número 1 de infoprodutos no Brasil. Cursos online, mentorias, comunidades e assinaturas — você encontra de tudo. A comissão varia de 5% a 80%, dependendo do produto que você promove.
Comissão média: 40-80% (a maioria dos produtos digitais paga bem)
Forma de pagamento: PayPal, TED, Pix
Requisito: Ter um site ou rede social ativa
Diferencial: Checkout otimizado que converte muito bem
Recomendo começar por aqui se você quer promover cursos e infoprodutos. A Hotmart tem o maior catálogo do Brasil.
2. Amazon Afiliados — O Gigante do E-commerce
O Programa de Afiliados da Amazon é ideal para quem quer promover produtos físicos. Você ganha comissão sobre qualquer item vendido através do seu link — e se o cliente comprar outros produtos no mesmo carrinho, você leva comissão também.
Comissão: 3% a 10% (varia por categoria)
Forma de pagamento: Gift Card ou depósito bancário
Requisito: Site ou blog com conteúdo relevante
Diferencial: 24 horas de cookie (se a pessoa comprar depois, você ainda ganha)
Perfeito para blogs de review, listas de presentes, comparativos e tutoriais com recomendações de produtos.
3. Monetizze — A Plataforma que Mais Cresce no Brasil
A Monetizze é concorrente direta da Hotmart e vem crescendo forte. Oferece produtos digitais com comissões agressivas e um checkout moderno. Muitos produtores estão migrando para cá por causa das taxas mais baixas.
Comissão média: 50-80%
Forma de pagamento: Pix, TED, boleto
Requisito: Cadastro gratuito
Diferencial: Split de pagamento e comissão recorrente em assinaturas
4. Hostinger Afiliados — O Melhor para Quem Tem Blog
Se você tem um blog ou site, o Programa de Afiliados da Hostinger é uma mina de ouro. Eles pagam comissões generosas por cada venda de hospedagem — e a taxa de conversão é alta porque a marca já é conhecida e confiável.
Comissão: Até 60% por venda + 10% de recorrente
Forma de pagamento: PayPal e transferência bancária
Requisito: Site ativo com conteúdo relevante
Diferencial: Cookie de 60 dias + suporte dedicado a afiliados
A Eduzz é outra plataforma brasileira focada em produtos digitais. O diferencial é a simplicidade: o cadastro é rápido e você encontra produtos em nichos variados, de emagrecimento a programação.
Comissão média: 40-70%
Forma de pagamento: Pix, TED, PayPal
Requisito: Cadastro gratuito
Diferencial: Interface simples e suporte rápido
6. Lomadee (Buscapé) — O Melhor para Comparativos
A Lomadee é a plataforma de afiliados do grupo Buscapé. Com ela, você promove produtos de centenas de lojas parceiras: Magazine Luiza, Americanas, Mercado Livre e muito mais.
Comissão: 2% a 15% (varia por loja)
Forma de pagamento: TED, PayPal
Requisito: Site ativo
Diferencial: Cupons de desconto exclusivos para aumentar conversão
7. Awin — Acesso a Marcas Internacionais
A Awin (antiga Zanox) é a maior rede de afiliados do mundo. Você encontra marcas como Shopee, AliExpress, Booking.com e decolare. Perfeito para quem quer diversificar e ganhar em dólar ou euro.
Comissão: Variável (negociada com cada anunciante)
Forma de pagamento: Transferência internacional, PayPal
Requisito: Site com tráfego mínimo
Diferencial: Rede global com milhares de marcas
Quanto Dá para Ganhar com Marketing de Afiliados?
Essa é a pergunta de 1 milhão. A resposta honesta: depende do seu esforço e estratégia. Mas vou dar números realistas:
Iniciante (1-3 meses): R$ 200 a R$ 500/mês — aprendendo e testando
Intermediário (3-6 meses): R$ 1.000 a R$ 3.000/mês — com conteúdo consistente
Avançado (6-12 meses): R$ 5.000 a R$ 15.000/mês — com tráfego orgânico consolidado
A chave é a consistência. Publicar conteúdo regularmente, testar diferentes produtos e otimizar o que converte melhor.
Como Escolher o Melhor Programa para Você
Antes de sair se cadastrando em tudo que é programa, pare e pense na sua estratégia:
Você tem um blog? → Priorize Hostinger e Amazon (produtos físicos e hospedagem convertem bem em texto)
Você tem canal no YouTube? → Hotmart e Monetizze (cursos e infoprodutos são perfeitos para vídeo)
Você tem Instagram/TikTok? → Amazon e Lomadee (produtos com apelo visual funcionam melhor)
Quer ganhar em dólar? → Awin e Amazon EUA
Minha recomendação pessoal: comece com 2 programas. Domine um antes de adicionar outro. Espalhar demais no início dilui seu foco e seus resultados.
Ferramentas Essenciais para Afiliados em 2026
Para ter sucesso como afiliado, você vai precisar de algumas ferramentas:
Um site ou blog — sua base central de conteúdo. Recomendo WordPress com hospedagem na Hostinger.
Editor de links — Pretty Links (grátis) ou ThirstyAffiliates
Analytics — Google Analytics 4 (grátis) + Search Console
SEO — Rank Math ou Yoast SEO para otimizar seu conteúdo
Email marketing — Mailchimp (grátis até 500 contatos) para capturar leads
Quer criar seu site hoje? A Hostinger tem planos a partir de R$ 9,90/mês com domínio grátis e WordPress instalado. Aproveite o cupom exclusivo clicando aqui.
Precisa de Ajuda para Começar? A WebMedula Resolve pra Você
A WebMedula é especialista em criar e otimizar projetos digitais do zero. Se você quer começar no marketing de afiliados mas não sabe por onde, a WebMedula pode te ajudar com:
Criação de sites WordPress personalizados — otimizados para conversão de afiliados
Automação de marketing com n8n — integre Hotmart, planilhas, email e redes sociais
Otimização SEO completa — para rankear seus artigos no Google
Produção de conteúdo com IA — artigos, reviews e comparativos que vendem
Consultoria em marketing digital — estratégia personalizada para o seu nicho
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Dicas de Ouro para Iniciantes em 2026
Antes de finalizar, quero deixar algumas dicas práticas que aprendi na estrada:
Escreva conteúdo útil, não venda. As pessoas odeiam ser empurradas. Crie artigos que resolvam problemas reais e coloque seus links de forma natural.
Invista em SEO desde o dia 1. Tráfego orgânico é o que sustenta afiliados a longo prazo. Cada artigo seu é um ativo que gera renda passiva.
Teste, teste, teste. Nem todo produto converte bem. Acompanhe seus links e veja o que funciona. Dobre no que dá certo, corte o que não dá.
Não desista no primeiro mês. Os primeiros 90 dias são os mais difíceis. Depois que o Google começa a enviar tráfego, a coisa desenrola.
Conclusão: Qual o Melhor Programa de Afiliados em 2026?
Não existe uma resposta única — o melhor programa é aquele que combina com o seu nicho e audiência. Mas se eu tivesse que recomendar um combo inicial infalível para um iniciante absoluto:
Hotmart para produtos digitais (cursos, ebooks)
Amazon Afiliados para produtos físicos
Hostinger para hospedagem de sites
Com esses três programas, você cobre 90% das possibilidades de nicho e produto. O investimento inicial é baixo (menos de R$ 50/mês com hospedagem na Hostinger), o risco é quase zero, e o potencial de retorno é gigantesco.
Boa sorte e bons negócios! 🚀
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WordPress para Iniciantes: Guia Completo para Criar seu Site em 2026
Se você está pensando em criar um site, seja para um blog, portfólio, loja virtual ou negócio local, provavelmente já ouviu falar do WordPress. A plataforma que hoje alimenta mais de 43% de todos os sites da internet — isso mesmo, quase metade da web roda em WordPress.
Mas se você é iniciante, pode estar se perguntando: "WordPress é difícil?", "Preciso saber programar?", "Quanto custa?". A resposta curta é: não, não precisa, e é mais barato que você imagina. Neste guia completo, vou te mostrar tudo o que você precisa saber para criar seu primeiro site com WordPress — do zero, sem complicação.
O que é WordPress?
WordPress é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) gratuito e open source que permite criar sites sem escrever uma linha de código. Ele foi lançado em 2003 como uma plataforma de blogs, mas hoje é usado para tudo: desde sites pessoais até portais de notícias gigantes como TechCrunch, The New Yorker e até a Casa Branca.
WordPress.com vs WordPress.org: Qual a diferença?
Essa é a confusão número 1 de todo iniciante. A diferença é simples:
WordPress.com — é um serviço hospedado. Você cria um site grátis, mas tem limitações (não pode instalar plugins, o domínio é wordpress.com/seunome, e eles exibem anúncios). É tipo morar de aluguel sem poder reformar a casa.
WordPress.org — é o software que você instala na sua própria hospedagem. Você tem controle total do site: pode instalar qualquer tema, plugin, e monetizar como quiser. É o dono da casa.
Para qualquer projeto sério — blog profissional, loja virtual, site de negócios — escolha WordPress.org. É o que vamos configurar neste guia.
Por que Escolher WordPress em 2026?
Com tantas opções por aí (Wix, Squarespace, Shopify), por que ainda escolher WordPress? Os motivos são sólidos:
É gratuito — o software em si não custa nada. Você paga apenas hospedagem e domínio.
Escalabilidade — começa como blog, vira loja, vira portal. Não precisa migrar de plataforma.
SEO nativo — WordPress é feito para rankear no Google. Com plugins como Yoast, fica imbatível.
Comunidade gigante — milhares de temas, plugins, tutoriais e suporte em português.
Você é dono do seu conteúdo — diferente de redes sociais, ninguém pode te "desmonetizar" ou suspender sua conta.
Em 2026, com a inteligência artificial facilitando ainda mais a criação de conteúdo, ter um site próprio é o maior ativo digital que você pode construir.
O Que Você Precisa para Criar um Site com WordPress
Para colocar um site WordPress no ar, você precisa de apenas duas coisas:
Um domínio — o endereço do seu site (ex: meusite.com.br)
Uma hospedagem — onde os arquivos do seu site vão ficar armazenados
E a boa notícia? Você consegue os dois por menos de R$ 10 por mês.
Minha recomendação para iniciantes é a Hostinger. Além de ter planos a partir de R$ 9,99/mês, ela oferece domínio grátis no primeiro ano e WordPress instalado automaticamente. Ou seja: você contrata e já sai com o site pronto.
Acesse o site da Hostinger e escolha um plano. Para começar, o plano "Premium" é mais que suficiente — ele suporta até 100 sites e já vem com SSL grátis, backup diário e WordPress pré-instalado.
Durante a contratação, você vai registrar seu domínio. Se ainda não sabe o nome, pense em algo curto, fácil de lembrar e relacionado ao tema do seu site. Use .com.br se seu foco for Brasil.
Passo 2: Instale o WordPress (5 minutos)
Com a Hostinger, o WordPress é instalado automaticamente. Mas se precisar fazer manualmente, o painel de controle (hPanel) tem um instalador com um clique:
Faça login no hPanel da Hostinger
Vá em "Website" → "Auto Installer"
Selecione "WordPress"
Preencha: título do site, e-mail de admin, usuário e senha
Clique em "Instalar"
Pronto! 🎉 Seu WordPress está no ar
Após a instalação, você vai receber um e-mail com os dados de acesso. O painel de administração fica em seusite.com.br/wp-admin.
Passo 3: Conheça o Painel do WordPress
O painel (dashboard) é o centro de controle do seu site. Não se assuste com tantas opções — você vai usar principalmente:
Posts — para criar e gerenciar artigos do blog
Páginas — para criar páginas fixas (Sobre, Contato)
Aparência — para escolher temas e personalizar o design
Plugins — para adicionar funcionalidades
Usuários — para gerenciar quem pode acessar o painel
Ajustes — configurações gerais do site
Passe 10 minutos explorando cada menu. Você vai ver que é mais intuitivo do que parece.
Passo 4: Escolha um Tema (10 minutos)
O tema define a aparência do seu site. Milhares de temas gratuitos estão disponíveis no próprio WordPress. Vá em "Aparência" → "Temas" → "Adicionar Novo" e procure por:
GeneratePress — focado em performance (notas 100 no PageSpeed)
Kadence — moderno e cheio de recursos gratuitos
Blocksy — design limpo e integração com construtores de página
Instale e ative o tema. Depois vá em "Aparência" → "Personalizar" para ajustar cores, fontes e layout.
Passo 5: Instale os Plugins Essenciais (10 minutos)
Plugins são como "apps" para o WordPress. Eles adicionam funcionalidades sem você precisar programar. Estes são os essenciais para qualquer site:
Plugin
Função
Yoast SEO
Otimiza seu site para o Google — título, descrição, mapa do site
Site Kit by Google
Conecta Analytics, Search Console e AdSense no painel
Akismet
Bloqueia comentários spam automaticamente
UpdraftPlus
Faz backups automáticos do seu site (essencial!)
Elementor
Construtor visual de páginas (arrasta e solta)
WP Rocket
Cache e otimização de velocidade (pago, mas vale cada centavo)
Para instalar: vá em "Plugins" → "Adicionar Novo", pesquise pelo nome, instale e ative. Simples.
Passo 6: Crie Páginas e Conteúdo
Todo site precisa de pelo menos estas páginas:
Home — a página inicial do seu site
Sobre — conte sua história e propósito
Contato — formulário para leitores entrarem em contato
Blog — onde seus artigos vão aparecer
Política de Privacidade — obrigatório por lei (LGPD)
Vá em "Páginas" → "Adicionar Nova" e crie cada uma. Depois vá em "Aparência" → "Menus" e adicione as páginas ao menu principal.
Passo 7: Publique seu Primeiro Artigo
Agora a parte mais legal: criar conteúdo! Vá em "Posts" → "Adicionar Novo" e:
Escreva um título chamativo (use o Yoast como guia — ele vai te dar notas em tempo real)
Adicione uma imagem destacada (recomendo imagens do Unsplash)
Escreva pelo menos 800 palavras com valor real para o leitor
Use headings (H2, H3) para organizar o texto
Adicione links internos para outros posts do seu site
Adicione uma chamada para ação no final
Clique em "Publicar"
Pronto! Seu primeiro artigo está no ar. 🚀
WordPress é Seguro?
Essa é outra preocupação comum entre iniciantes. WordPress é seguro desde que você siga práticas básicas:
Mantenha WordPress, temas e plugins SEMPRE atualizados
Use senhas fortes (nada de "admin123")
Instale um plugin de segurança como Wordfence ou Sucuri
Faça backups regulares (UpdraftPlus resolve isso)
Use hospedagem confiável — a Hostinger já inclui proteção DDoS e SSL grátis
Quanto Custa Manter um Site WordPress?
Vamos aos números reais:
Item
Custo Mensal
Hospedagem (Hostinger)
~R$ 9,99
Domínio (1º ano grátis, depois ~R$ 40/ano)
~R$ 3,33
Tema (Astra gratuito)
R$ 0
Plugins essenciais
R$ 0
SSL (já incluso na hospedagem)
R$ 0
Total por mês
~R$ 13,00
Sim, você leu certo: menos de R$ 15 por mês para ter um site profissional completo. É mais barato que uma pizza no fim de semana.
E se você quiser o plano mais básico da Hostinger, o custo é ainda menor — a partir de R$ 9,99/mês com domínio grátis incluso. Isso é menos de R$ 0,33 por dia.
Assinaturas — conteúdo exclusivo para membros pagantes
Serviços Freelancer — use seu site como portfólio e capture clientes
Consultoria — venda seu conhecimento como consultor digital
Com consistência, um site WordPress bem trabalhado pode gerar de R$ 1.000 a R$ 20.000+ por mês. Não é promessa de enriquecimento rápido — é um negócio real que exige dedicação, mas o teto é muito alto.
Precisa de Ajuda para Criar seu Site? A WebMedula Resolve
Se você leu este guia completo mas ainda sente que precisa de ajuda profissional para colocar seu site no ar, a WebMedula é a parceira ideal. A WebMedula é uma agência especializada em criação de sites WordPress que oferece:
Criação de sites WordPress personalizados — do design à publicação
Configuração de hospedagem e domínio — resolvemos toda a parte técnica
Design responsivo com Elementor/Divi — site bonito em qualquer dispositivo
Otimização SEO completa — para você aparecer no Google
Automação de marketing com n8n — integrações inteligentes para seu negócio
Manutenção mensal e suporte técnico — seu site sempre funcionando
WordPress não é bicho de sete cabeças. Milhões de pessoas — muitas sem saber programar — criam sites incríveis todos os dias. A diferença entre quem faz e quem só pensa em fazer é um primeiro passo.
Resumo do que você aprendeu neste guia:
WordPress.org é a versão que você deve usar (controle total)
Você precisa de domínio + hospedagem — recomendo a Hostinger com domínio grátis incluso
A instalação leva menos de 5 minutos com instaladores automáticos
Escolha um tema leve (Astra, GeneratePress) e plugins essenciais
Crie conteúdo de valor com regularidade e consistência
Monetize com afiliados, anúncios, produtos ou serviços
O melhor momento para criar seu site foi ontem. O segundo melhor momento é agora. Bora começar?
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No dia 23 de Julho de 2026, o engenheiro de software Anatoli Kopadze compartilhou um tweet que viralizou com 1.6 milhões de visualizações. O motivo? Uma frase de uma engenheira da Anthropic que muda completamente a forma como pensamos sobre agentes de IA:
"You're not supposed to prompt Claude. You're supposed to build a system that prompts itself."
Daisy Hollman, Engenheira do Claude Code na Anthropic
Se você ainda está escrevendo prompts manuais para o Claude esperando resultados mágicos, prepare-se: você está fazendo errado. Pelo menos é o que diz Daisy Hollman, engenheira do time do Claude Code e ex-chair do comitê C++.
Neste artigo, vou traduzir e destrinchar os conceitos que ela apresentou em uma palestra de 46 minutos no AI Engineer Summit. Spoiler: o futuro não é sobre prompts melhores — é sobre loops melhores.
Quem é Daisy Hollman?
Daisy é engenheira no time do Claude Code na Anthropic. Ela tem um background pesado em linguagens de programação — foi chair do comitê C++ — e aplica esse raciocínio de design de compiladores e sistemas para projetar o que ela chama de "agentic harness" (arnês agentivo).
Ela não está interessada em "programação agentiva" (dar comandos para um agente). Ela está interessada em engenharia de software agentiva — construir sistemas onde agentes de IA trabalham junto com humanos em escala industrial.
"Se o Claude não consegue fazer tudo o que você faz, ele não consegue fazer seu trabalho com você."
— Daisy Hollman
Essa é a tese central da palestra. E é também a chave para entender por que prompts manuais não escalam.
O Problema: Você está subestimando o que um agente precisa
A maioria das pessoas usa Claude Code como uma calculadora sofisticada: abre o terminal, digita um prompt, recebe código de volta. Funciona bem para projetos "zero-to-one" — aqueles sem convenções, sem dívida técnica, sem stakeholders.
Mas engenharia de software de verdade é muito mais que escrever código. Daisy lista três categorias de coisas que um agente precisa para ser realmente útil em escala:
1. Acesso
O Claude precisa enxergar o que você enxerga. Isso inclui:
Chat da equipe (Slack, Discord) — onde as decisões são realmente tomadas
CI/CD — você não deveria mais estar corrigindo falhas de CI manualmente
Dashboards — quando algo cai em produção, o agente precisa puxar dados em segundos
Documentos internos — docs de design, runbooks, atas de reunião
O truque que Daisy recomenda: grave e transcreva suas reuniões. Depois de cada reunião, ela joga as notas no Claude e pergunta: "Tem alguma fruta baixa dessa reunião que você pode resolver?" E recebe dois ou três PRs por reunião.
2. Conhecimento
Você não pode treinar as convenções do seu código no modelo. E fine-tuning? Daisy é categórica: fine-tuning não funciona bem para isso.
"Fine-tuning em informação especializada pode levar a mais alucinações. E não é custo-efetivo — os modelos de fronteira evoluem tão rápido que quando sua empresa terminar o fine-tuning, o modelo já mudou."
A solução? Tudo via in-context learning (ICL) — que, nas palavras dela, "é um termo chique para quando você quer parecer inteligente, mas na verdade está só falando de arquivos de texto".
3. Tooling
O Claude Code hoje edita código como se estivesse usando o ED — o editor de texto dos anos 70. Não tem syntax highlighting, não tem LSP, não tem code completion.
Daisy pergunta: "Qual é a versão agentiva do VS Code? Qual é a versão agentiva dos red squigglies?"
Os red squigglies — aquelas linhas vermelhas onduladas que aparecem quando você digita uma variável errada — são o exemplo perfeito. Eles não bloqueiam você, mas lembram você de pensar duas vezes. Daisy quer exatamente isso para agentes: lembretes contextuais, não bloqueios duros.
O Coração da Palestra: A Arquitetura de Loop
A grande virada de chave vem aqui. Daisy explica que a Anthropic construiu um sistema onde o agente gerencia seus próprios prompts através de loops:
/loop (cron tool)
O Claude Code tem um comando /loop (o nome interno é "cron tool"). Ele executa um prompt a cada intervalo fixo de tempo — tipo a cada 10 minutos. E o próprio Claude decide quando desligar o loop quando o prompt não é mais relevante.
Isso é um sistema que se prompts sozinho — exatamente o que o título promete.
Auto Mode
Para que isso funcione sem você ficar aprovando cada ação, a Anthropic criou o Auto Mode: um classificador + um agente adversarial que verificam cada chamada de ferramenta. Custa ~30-40% mais tokens, mas elimina completamente os popups de permissão.
Nas palavras de Daisy: "Isso é o que torna o loop utilizável. O que torna agentes overnight utilizáveis. O que torna agent teams utilizáveis."
Agentes que conversam entre si
Com o send message tool, agentes podem se comunicar. Daisy é clara: se você tem um agente trabalhando em algo e outro precisa daquela informação, eles devem poder conversar.
"Um dos lugares onde você trabalha agora é outro Claude."
A Lição Mais Importante: Abstrações que Escalam
Daisy dedica boa parte da palestra a um problema que pouca gente está discutindo: o custo de contexto explode quando você escala.
Cada skill, cada MCP server, cada ferramenta adiciona descrições no system prompt. Com 100 mil skills num monorepo, você paga tokens por descrições que nunca usa.
A solução dela? Hooks.
Hooks são scripts que rodam fora do contexto window e só inserem algo quando necessário. Se você tem 100 mil hooks e 99.995 deles não retornam nada, seu custo é zero — só o processamento local.
"Hooks são uma abstração de custo zero real. Skills não são — você sempre paga pela descrição. É como tentar rodar npm num Arduino: você tem pouca memória e precisa ser muito intencional."
3 Take-Homes de Daisy Hollman
No final da palestra, ela resume tudo em três pontos:
1. Give it access (Dê acesso)
Se o Claude não consegue alcançar o que você alcança, ele não consegue fazer seu trabalho. Conecte Slack, email, dashboards, CI/CD. Tudo que você alt-tab pra fazer manualmente é algo que o Claude está perdendo.
2. Mind the box (Cuide da caixa)
A janela de contexto não está crescendo — 1M de tokens é o padrão há mais de um ano. Você tem um espaço limitado. Trate cada token como um recurso caro.
3. Pick abstractions that scale (Escolha abstrações que escalam)
Pense no que acontece quando você tem 100 mil skills, 100 milhões de linhas de código. MCP é ótimo para integrações públicas. Skills são ótimas para documentação local. Hooks são a única abstração verdadeiramente zero-overhead.
Por que isso importa para você
Se você é desenvolvedor, engenheiro de software, ou está começando no mundo de agentes de IA, a mensagem de Daisy Hollman é clara:
Pare de pensar em prompts. Comece a pensar em loops.
Um prompt é um comando. Um loop é um sistema. E sistemas escalam — comandos, não.
A diferença entre um desenvolvedor mediano e um avançado no uso de agentes não é saber escrever o prompt perfeito. É saber projetar o sistema que usa o agente de forma autônoma, com feedback loops, memória contextual e ferramentas que escalam.
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Para rodar agentes como os que Daisy descreve, você precisa de infraestrutura. Um bom ponto de partida é ter um servidor ou VPS para hospedar seus experimentos e ferramentas de automação.
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Este artigo foi inspirado pela palestra de Daisy Hollman no AI Engineer Summit e pelo tweet de Anatoli Kopadze (@AnatoliKopadze) que levou o conceito a 1.6M de pessoas.
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Se você está no mundo do marketing digital brasileiro, com certeza já ouviu falar da Hotmart. Ela é, disparada, a maior plataforma de produtos digitais da América Latina — e uma das queridinhas de quem quer ganhar dinheiro como afiliado. Mas será que ela é tudo isso mesmo? E, mais importante: será que vale a pena para você?
Neste review completo de 2026, vou te mostrar exatamente como a Hotmart funciona, quais são as taxas, os prós, os contras, e dar minha opinião sincera sobre a plataforma. Spoiler: tem coisa boa, mas também tem pegadinha.
O que é a Hotmart?
A Hotmart é uma plataforma que conecta criadores de produtos digitais (cursos, e-books, comunidades, assinaturas) com afiliados (pessoas que promovem esses produtos e ganham comissão por venda). Fundada em 2011 pelos irmãos João e Mateus Pedroso, a empresa cresceu rápido e hoje processa milhões de transações por mês.
Para o afiliado, a Hotmart funciona como um "shopping de produtos digitais": você escolhe o que quer promover, pega seu link personalizado, divulga nas suas redes, e ganha uma comissão sempre que alguém compra pelo seu link. Simples no papel — mas, como tudo na vida, o diabo mora nos detalhes.
Como Funciona para Afiliados?
Criar uma conta na Hotmart é gratuito. O processo é simples:
Cadastro: Acesse hotmart.com, clique em "Quero ser afiliado" e preencha seus dados. Leva 2 minutos.
Escolha de produtos: Na Hotmart Marketplace, você encontra milhares de produtos de todos os nichos — saúde, finanças, desenvolvimento pessoal, tecnologia, marketing digital, etc.
Taxa de comissão: Cada produto define sua própria comissão. Varia de 5% a 80% (sim, oitenta por cento). Produtos digitais têm margens altas, então é comum ver comissões de 40%, 50% ou até 70%.
Divulgação: Você ganha um link de afiliado único para cada produto. Pode compartilhar no Instagram, YouTube, TikTok, blog, e-mail, ou onde preferir.
Recebimento: Quando alguém compra pelo seu link, a comissão cai na sua conta Hotmart. O saque mínimo é de R$ 20 via Pix (ou R$ 100 via transferência bancária).
Uma vantagem interessante: a Hotmart tem um recurso chamado HotLinks, que permite criar um link encurtado que distribui tráfego entre vários produtos. Útil para testar qual produto converte melhor.
Quanto Dá para Ganhar na Hotmart?
Essa é a pergunta de R$ 1 milhão, e a resposta é: depende. Depende do nicho, do produto, do seu tráfego e, principalmente, da sua habilidade de convencer as pessoas a comprar.
Para ter uma ideia realista:
Afiliado iniciante (0-3 meses): R$ 0 a R$ 500/mês — enquanto aprende e constrói audiência
Afiliado intermediário (3-12 meses): R$ 1.000 a R$ 5.000/mês — já tem tráfego e alguns produtos que convertem
Afiliado avançado (1+ ano): R$ 10.000 a R$ 50.000+/mês — escala com tráfego pago e listas de e-mail
Existem casos de afiliados que faturam R$ 100 mil+ por mês na Hotmart? Sim, existem. Mas são a exceção, não a regra. E geralmente eles já têm audiências enormes ou investem pesado em tráfego pago.
Taxas e Custos: O Lado Menos Glamouroso
Hotmart não é caridade. A plataforma cobra taxas, e você precisa conhecê-las para não ter surpresas:
Taxa de afiliado: Zero. Ser afiliado é gratuito.
Taxa de saque via Pix: R$ 5,90 por saque (a partir de R$ 20).
Taxa de saque via TED: Grátis (mas mínimo de R$ 100 e cai em 1 dia útil).
Taxa de comissão da Hotmart sobre o produtor: Varia de ~9,9% + R$ 1,50 por venda (não afeta o afiliado diretamente, mas afeta a comissão que o produtor pode oferecer).
Comissão sobre vendas internacionais: A Hotmart cobra taxa extra para processamento跨境.
Um ponto importante: a política de reembolso da Hotmart dá 7 dias para o comprador pedir dinheiro de volta (por lei). Se o comprador pedir reembolso, você perde a comissão. É o chamado "chargeback" no mundo dos afiliados. Por isso, promova produtos de qualidade — evite aqueles com fama de devolverem muito.
Prós e Contras da Hotmart
✅ Prós
Maior variedade de produtos da América Latina — milhares de opções em dezenas de nichos
Comissões altas (muitos produtos pagam 50%+)
Plataforma confiável — mais de 10 anos de mercado, pagamentos em dia
Sistema de HotLinks para testar produtos
Suporte ao afiliado razoável (melhorou muito nos últimos anos)
App Hotmart para celular — acompanhar vendas em tempo real
Saques rápidos via Pix (mínimo de R$ 20)
❌ Contras
Muita concorrência — os produtos mais populares têm centenas de afiliados promovendo
Taxa de Pix de R$ 5,59 (pequena, mas incomoda em saques menores)
Chargebacks — se o comprador pedir reembolso, você perde a comissão
Muitos produtos ruins — infelizmente, a Hotmart também tem produto golpe. Cuidado com promessas de "ganhe R$ 10 mil em 3 dias"
Suporte ao produtor é melhor que o suporte ao afiliado (prioridade para quem paga)
Hotmart vs Outras Plataformas: Qual a Melhor?
No Brasil, as principais concorrentes da Hotmart são Eduzz e Monetizze. Aqui vai um resumo rápido:
Característica
Hotmart
Eduzz
Monetizze
Anos de mercado
15+
8+
10+
Variedade de produtos
⭐⭐⭐⭐⭐
⭐⭐⭐⭐
⭐⭐⭐
Comissão média
40-70%
30-60%
30-50%
Saque mínimo Pix
R$ 20
R$ 20
R$ 30
Confiança no mercado
⭐⭐⭐⭐⭐
⭐⭐⭐⭐
⭐⭐⭐⭐
Minha opinião: A Eduzz tem crescido bem e é uma alternativa viável, mas a Hotmart ainda lidera em variedade e confiabilidade. Se você está começando, comece pela Hotmart — é o caminho mais seguro.
5 Dicas para Ganhar Dinheiro na Hotmart em 2026
Pegue seu caderninho porque essas dicas valem ouro:
Escolha um nicho específico — não promova "tudo que aparece". Foque em um nicho (saúde natural, produtividade, finanças pessoais) e vire referência.
Teste produtos com HotLinks — crie um HotLink com 2-3 produtos similares e veja qual converte melhor antes de focar toda sua energia.
Crie conteúdo útil, não venda — ninguém compra no primeiro toque. Crie posts, vídeos e artigos que educam. A venda vem depois.
Use um blog com SEO — ter um site otimizado para o Google é a melhor forma de conseguir tráfego orgânico constante sem gastar um centavo em anúncios. Para criar seu blog, você precisa de uma hospedagem confiável.
Invista em e-mail marketing — capture leads com um isca digital e construa uma lista de e-mails. É o canal com maior taxa de conversão.
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Vale a Pena Usar a Hotmart em 2026?
Sim, a Hotmart vale a pena — com ressalvas. É a melhor plataforma para começar no marketing de afiliados no Brasil? Provavelmente sim. Ela tem o maior catálogo, a maior confiança do mercado, e as ferramentas mais maduras.
Porém, não espere ficar rico da noite para o dia. Marketing de afiliados é trabalho de verdade. Você precisa criar conteúdo, construir audiência, testar produtos e insistir. A Hotmart é a ferramenta — o trabalho é seu.
Minha recomendação: crie uma conta gratuita, explore o marketplace, escolha 2 ou 3 produtos de um nicho que você conhece, e comece a produzir conteúdo hoje mesmo. O melhor momento para começar foi ontem. O segundo melhor é agora.
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Conclusão: Hotmart é Bom?
Hotmart é bom, sim. Não é perfeita — tem concorrência acirrada, chargebacks e uma taxa de Pix que incomoda — mas é a plataforma mais sólida para marketing de afiliados no Brasil. Se você está começando, é o melhor lugar para aprender, testar e escalar.